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	<title>Projeto Enchentes</title>
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	<description>Colaboração, informação e cidadania.</description>
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		<title>O desespero de um comerciante diante das águas</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 20:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Sanches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Tenho 26 anos e desde que nasci moro na cidade de Poá (SP), região do  Alto Tietê, uma cidade pequena e com ar de interior, mesmo estando apenas 27km da Capital. Meus pais possuem uma pequena loja de presentes no centro da cidade. É desta loja, de meus pais e de todos ali ao redor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nbXZ1UWA20c&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/nbXZ1UWA20c&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Tenho 26 anos e desde que nasci moro na cidade de Poá (SP), região do  Alto Tietê, uma cidade pequena e com ar de interior, mesmo estando apenas 27km da Capital. Meus pais possuem uma pequena loja de presentes no centro da cidade. É desta loja, de meus pais e de todos ali ao redor, que vou escrever.</p>
<p>Iniciando pelo dia 7 de janeiro, uma Quinta-Feira. O céu estava bem mais escuro do que de costume. Temeroso pela chuva que viria, meu pai  fechou a loja às 14h e tentou ir para casa. Tentou. A tempestade o pegou no meio do caminho e ele parou no comércio de uns amigos até que o tempo desse uma trégua, o que não aconteceu pelos próximos 45 minutos.</p>
<p>O Córrego Guaió, que corta o centro da cidade, havia transbordado. Mas cerca de 3 meses antes isso havia acontecido sem grandes problemas. Então a chuva parece dar uma trégua.</p>
<p>Meu pai pega seu carro e tenta continuar seu caminho para casa quando se depara com uma rua alagada na parte baixa da cidade. Um ônibus que tentava passar tinha água até a metade da carroceria: só deu tempo de frear e mudar o caminho.</p>
<p>Ao saber das notícias, logo imaginei como estaria o centro da cidade. Peguei meu carro e segui o caminho pela parte alta até próximo à estação de trem. Neste caminho já pude observar o único viaduto que liga o centro alto da cidade ao baixo, completamente parado: o trânsito com motoristas debruçados nas proteções olhando em direção ao rio.</p>
<p>Parei o carro e segui a pé. Quando me dirigi até a passagem subterrânea de pedestres sob a linha férrea, observei que ela estava fechada. Nada mais racional, mesmo porque estava com água até o teto. Utilizei então a passarela de pedestres. Foi quando gravei <a href="http://www.youtube.com/watch?v=EM1UKsxCtro">esse vídeo</a> e onde bateu o primeiro grau de desespero.</p>
<p>Uma garota fala ao celular: <em>&#8220;&#8230; amor, meu carro está debaixo d&#8217;água na frente do posto de saúde, fui na farmácia e quando voltei, já não consegui chegar nele&#8230;&#8221;</em>Esse diálogo me acompanhou durante o caminho até o próximo choque. Desci a passarela correndo feito louco, pensando em chegar até a loja de meus pais.</p>
<p>Minha preocupação era com a força das águas contra as portas de aço. E esta preocupação foi aumentando a cada passo. De uma das voltas do caracol da passarela, vejo 4 ou 5 carros boiando no estacionamento de um banco. Tento achar um caminho seco, mas é tudo água. Até que me viro e observo que beirando parte da linha do trem, conseguiria ao menos chegar ao posto policial, próximo dali e com vista para meu objetivo.</p>
<p>Pelo caminho, pessoas correm para todos os lados, parecendo não saber para onde iam ou como iriam. Os rostos estampados de preocupação. Enfim, cheguei ao posto da PM. Ali, a minha preocupação com a loja de meus pais DESAPARECEU. Não sinto vergonha em dizer que chorei. Chorei por ver a cidade que cresci <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZXni2J3nlFM">neste estado</a>.</p>
<p>Enquanto chorava, uma policial pediu que me acalmasse (ironia?) e me falava: <em>&#8220;Qual é o seu carro!? Tiramos todos que conseguimos antes da água!”</em> Soluçando, eu respondi que nenhum, que estava lá por causa da loja dos meus pais.</p>
<p>Já estava ali, molhado pela chuva que não parava. O que fazer? Nada. Não podia fazer nada a não ser olhar o rio ou rua. Olhar as pessoas que estavam nas portas tentando evitar que seus produtos saíssem boiando ou esperando que prefeitura chegasse para tirá-los dali.</p>
<p>Não sei, mas um denominador comum existia entre todos: o medo estampado na face. A água já começava a abaixar, quando tentei me aproximar para registrar o que estava acontecendo.</p>
<p>Um policial consegue chegar a uma parte mais alta para socorrer uma senhora presa no carro, quando alguns vendedores o alertaram que uma das placas que cobre o rio estava se <a href="http://www.youtube.com/watch?v=nbXZ1UWA20c">desprendendo</a>.</p>
<p>Foi um momento tenso, mas o policial fez seu trabalho. Decidi sair daquele local e ver a origem de tal enchente. Tentei chegar à parte em que o rio teve seu curso &#8220;coberto&#8221; pela cidade, sem sucesso. No caminho, os rostos preocupados continuavam a circular. Nunca imaginei ver algo assim em Poá. Desta vez <a href="http://www.youtube.com/watch?v=BbGtIjpBfc8">grave</a>i sem focar em nada, apenas no caminho que fazia.</p>
<p>Passei por um prédio onde funciona a Casa da Melhor Idade. Uma janela quebrada virou saída de emergência. Duas pessoas olhando para dentro, onde só havia lama e algumas cadeiras plásticas. Continuei a andar. Comentários ecoavam: <em>&#8220;&#8230; minha casa deve estar com pelo menos 1,5 m&#8230; saí correndo de lá &#8230;&#8221;</em> ou <em>&#8220;&#8230; avisa a minha mãe que eu tô bem.&#8221;</em> Lamentações pelo carro levado pela água eram as mais ouvidas, seguidas de <em>&#8220;agradeça por você não estar nele&#8221;</em>, proferidas pelos interlocutores.</p>
<p>Viro a esquina e fico pasmo ao ver as comportas (que deveriam proteger a cidade das enchentes) jogadas na calçada, retorcidas como papel amassado. O calçamento do centro, todo em ladrilho (o que colaboraria para a redução de impermeabilização do solo) arrancado e espalhado pelas ruas. Crateras nas calçadas. Carros jogados contra os postes. Tratores retirando pessoas que estavam presas em prédios públicos.</p>
<p>Assistindo com calma o vídeo em casa, apreciei o som da voz de um garotinho. Parecia chamar atenção para tudo que havia acontecido naquela tarde. Ele diz: <em>“Moço! Vem ver! Vem ver, moço!”</em> Isso me marcou. Neste momento, voltei para casa, peguei a chave da loja e retornei para lá para começar a limpeza.</p>
<p>Ao abrir a porta, mercadorias caem sobre mim. Penso em meu pai e minha mãe (que ainda estava em um ônibus, parados em um alagamento). Começo a limpeza, como todos os comerciantes e moradores dali, enquanto curiosos passam pela porta, olham e comentam sobre a quantidade de lixo que entrou no salão.</p>
<p>Vejo os caminhões da prefeitura removendo o lixo das ruas, além de mercadorias perdidas que os comerciantes empilhavam, móveis, roupas e tudo mais que os moradores, chorando ou esbravejando, retiravam de suas casas. Foram 3 dias de limpeza. Finalmente, dia 9 de janeiro as coisas começam a se organizar no comércio e nas residências no entorno&#8230; por pouco tempo.</p>
<p>Outras inundações ocorreram. Madrugada do dia 19, tarde dos dias 23 e 26 de Janeiro. Nestas, por sorte ou força maior, a chuva não entrou na loja. Outras casas e comércios não tiveram a mesma sorte. O sentimento de impotência perante a tal situação. A preocupação que tenho agora ao ver uma nuvem mais escura no céu.</p>
<p>Minha cidade debaixo d&#8217;água. Tudo isso me acompanhará para o resto da vida. Mas o que me acompanhará no dia a dia será a frase: <em>“Moço! Vem ver! Vem ver, moço!”</em> Esta frase, do meu ponto de vista, teve o papel de naquele momento chamar a atenção para as ações que tomamos no cotidiano e suas consequências.</p>
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		<title>Lixo: como evitar que ele seja o vilão das enchentes</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Sanches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Através de dicas simples, podemos evitar que o lixo seja apontado como um dos principais culpados pelo problema das enchentes. Confira:
Como acondicionar o lixo: utilize sacos plásticos ou caixas e coloque-o na porta de sua residência somente nos dias e horários estabelecidos para a coleta. Lembre-se: se você perder a passagem do caminhão, guarde o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Através de dicas simples, podemos evitar que o lixo seja apontado como um dos principais culpados pelo problema das enchentes. Confira:</p>
<p><strong>Como acondicionar o lixo:</strong> utilize sacos plásticos ou caixas e coloque-o na porta de sua residência somente nos dias e horários estabelecidos para a coleta. Lembre-se: se você perder a passagem do caminhão, guarde o saco de lixo bem fechado em sua casa até a data da próxima coleta. Cuidados Especiais:  vidros quebrados, agulhas e outros objetos cortantes devem ser embalados em jornais antes de serem colocados nos sacos de lixo, para evitar acidentes. Utilize sempre recipientes de até 100 litros para depositar o lixo. Tambores ou vasilhas maiores dificultam a coleta.</p>
<p><strong>Entulhos:</strong> no caso de entulhos de construção ou limpeza de lote vago, procure o mais rápido possível o serviço de remoção de entulhos das empresas autorizadas. Quem estiver em São Paulo pode utilizar os serviços dos <a href="http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/servicoseobras/projetos/ecoponto/0001">ECOPONTOS</a> (existem alguns espalhados pelos bairros).</p>
<p><strong>Na rua e na calçada:</strong> nunca jogue lixo na rua. Procure locais adequados e permitidos, como lixeiras e caçambas. Caso não encontre uma perto de onde está, mantenha o lixo com você até a lixeira mais próxima. Jamais descarte o lixo em rios, lagos ou encostas. Caso contrário contribuirá para que ocorram enchentes, desabamentos e proliferação de doenças.</p>
<p><strong>No carro:</strong> nunca jogue lixo pela janela. Tenha sempre dentro do veículo um saquinho para acondicionar o lixo até chegar em casa ou até encontrar uma lixeira onde poderá descartá-lo. Deixe seus pneus velhos nas oficinas de troca, pois elas se certificarão de dar um destino adequado a eles. Ao comprar uma bateria nova para seu carro, deixe a usada com o vendedor. Certifique-se que há um sistema de retorno ao fabricante.</p>
<p><strong>Em sua comunidade:</strong> mobilize amigos, colegas de trabalho ou instituições (escola de seus filhos, faculdade, igreja e associação de moradores de bairro) a iniciar projetos de separação de materiais recicláveis e a estimular a monitoraria cidadã para manter as ruas limpas.</p>
<p><strong>Orientação para as crianças:</strong> ensine as crianças a nunca jogar lixo nas ruas, nas praias, ou em qualquer lugar público. Mostre que lugar de lixo é na lixeira. Seja exemplo de boas práticas com o meio ambiente, pois seu comportamento vai influenciar o aprendizado delas.</p>
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		<title>Mobilização online pela reconstrução de São Luís do Paraitinga</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 16:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Sanches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Informações, registros, doações, formação de redes… Um grupo de voluntários criou este espaço na Rede CIM para quem deseja contribuir com a reconstrução da cidade e no resgate de seus personagens, de sua história. A idéia é divulgar, centralizar e potencializar esforços para ajudar São Luís do Paraitinga. Iniciativas do Governo, de ONGs e entidades, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Informações, registros, doações, formação de redes… Um grupo de voluntários criou <a href="http://redecim.ning.com/page/reconstrucao-sao-luiz-do">este espaço na Rede CIM </a>para quem deseja contribuir com a reconstrução da cidade e no resgate de seus personagens, de sua história. A idéia é divulgar, centralizar e potencializar esforços para ajudar São Luís do Paraitinga. Iniciativas do Governo, de ONGs e entidades, empresas e cidadãos que contribuam para o restabelecimento da cidade e de sua memória podem ser divulgadas e ficarão disponíveis para outras cidades que venham a enfrentar situações semelhantes no futuro.</p>
<p>A Rede CIM mobiliza e apóia iniciativas que têm por finalidade a preservação e divulgação da história dos municípios brasileiros. As localidades mudam tão depressa e com tamanha intensidade que o registro da lembrança viva dos seus moradores pode conservar histórias de acontecimentos, épocas, bens simbólicos, trajetórias ilustres, etc. Saiba mais <a href="http://redecim.ning.com/">clicando aqui</a>.</p>
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		<title>Enchentes: de quem é a culpa?</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 22:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Sanches</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando estamos à beira de um caos, como no caso das enchentes, é comum ver acontecer um jogo de ping-pong sobre a responsabilidade do problema. As perguntas se repetem: quem alimenta este caos?  A poluição? O governo? Mas muitos são os fatores que podem ser citados como os responsáveis pelas sucessivas enchentes. Por exemplo:
- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando estamos à beira de um caos, como no caso das enchentes, é comum ver acontecer um jogo de ping-pong sobre a responsabilidade do problema. As perguntas se repetem: quem alimenta este caos?  A poluição? O governo? Mas muitos são os fatores que podem ser citados como os responsáveis pelas sucessivas enchentes. Por exemplo:</p>
<p>- As agressões ininterruptas ao meio ambiente</p>
<p>- O crescimento constante e desordenado da cidade, sem uma política de moradia que impeça invasões e ocupações em áreas de várzea, passagens de rios e encostas, estreitando o escoamento das águas</p>
<p>- A falta de infraestrutura para a drenagem das águas</p>
<p>- O desaparecimento de árvores, tão rápido quanto o crescimento da cidade. Justamente as árvores que atuam como pontos de filtragem das chuvas</p>
<p>- A impermeabilização do solo, através do asfalto e cimento (quando a água não é absorvida, continua deslizando cidade afora)</p>
<p>- Bueiros, córregos e valas completamente obstruídos por lixo e mais lixo</p>
<p>Mas apesar do conjunto de fatores mencionados acima, administradores públicos e meios de comunicação insistem em dizer que o único culpado é o lixo. Por isso, precisamos fazer a nossa parte da melhor forma, dando exemplo de cidadania. Minimizando esta causa, teremos mais voz para cobrar atitudes das autoridades</p>
<p><strong>Lixo no lixo</strong></p>
<p>O que podemos fazer:</p>
<p>- Jogue o lixo no lixo</p>
<p>- Informe-se sobre o melhor destino para o lixo que a sua casa produz</p>
<p>- Utilize os serviços públicos de coleta de lixo para manter a cidade sempre limpa</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jGf5IWT4Vl4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/jGf5IWT4Vl4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Este vídeo mostra a grande quantidade de lixo espalhado pela cidade de São Paulo e é de Setembro de 2009. Estamos em Fevereiro de 2010 e a situação continua na mesma desordem. Podemos criar imagens diferentes desta. É só dar a devida importância ao lixo que sai da sua casa e preocupar-se com o destino que ele terá. Menos lixo. Por menos enchentes, menos desabrigados e mortos.</p>
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		<title>Pratique turismo social: passe o Carnaval em São Luís do Paraitinga</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 21:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Sanches</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Não há melhor oportunidade do que o Carnaval que se aproxima para ajudar São Luís do Paraitinga a se recuperar. A cidade sempre foi recheada de turistas nesta época do ano. Todos em busca da alegria de um dos carnavais de rua mais famosos do estado. Portanto, esse é o momento ideal para juntar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não há melhor oportunidade do que o Carnaval que se aproxima para ajudar São Luís do Paraitinga a se recuperar. A cidade sempre foi recheada de turistas nesta época do ano. Todos em busca da alegria de um dos carnavais de rua mais famosos do estado. Portanto, esse é o momento ideal para juntar o útil ao agradável e praticar o que se convencionou chamar de Turismo Social. Confira a definição:</p>
<p><em>“Turismo Social é a forma de conduzir e praticar a atividade turística promovendo a igualdade de oportunidades, a equidade, a solidariedade e o exercício da cidadania na perspectiva da inclusão”.</em> (Marcos Conceituais – MTur)</p>
<p>Se cada um fizer sua parte indo à cidade, mesmo que por apenas um dia, a ajuda já será grande. A união de todos é que está fazendo a cidade se sentir viva novamente. Se tiverem disponibilidade para ir em dias de semana, aproveitem.</p>
<p>Os moradores da São Luís do Paraitinga estão voltando para suas residências e é necessária a ajuda na limpeza, retirada de móveis, organização das doações e distribuição das mesmas. Que tal aproveitar a sua folga de Carnaval para assegurar que as ruas de São Luís voltem a ser palco de carnavais inesquecíveis? Anotem os contatos de algumas pousadas:</p>
<p><strong>Morada dos Curiangos</strong> &#8211; Bairro do Rio acima a 2km do Centro &#8211; tel (12) 3671-8091/744-4318<br />
<strong>Pousada Nativas</strong> &#8211; Centro &#8211; tel (12) 3671-2184 (ligar de preferência no horário do almoço)<br />
<strong>Pousada Primavera</strong> &#8211; tel (12) 9731-7688</p>
<p>A cidade continua com alojamentos (públicos e particulares), hospedando a todos como um grande coração de mãe. Há também alguns restaurantes, bares e mercados funcionando: vamos movimentar a cidade e mostrar que a força dos voluntários é realmente grande e faz a diferença.</p>
<p><strong>Importante:</strong> Sintam o limite dos moradores, afinal estamos entrando em sua cidade, sua casa. Peçamos licença e vamos ouvir seus corações: o que eles estão precisando alem da ajuda material e física? Nossa palavra ou nosso silencio carinhoso de respeito?</p>
<p>Caso prefira ajudar com doações, serão muito bem-vindos: <strong>Móveis &#8211; Eletrodomésticos &#8211; Louças (talheres, pratos, etc) &#8211; EPIs (Equipamentos de segurança individual) ou doações em dinheiro, que poderão ser revertidas em ajuda num próximo momento.</strong> Não se esqueça de que há outras cidades tão atingidas quanto SLP e as doações também podem ser direcionadas para <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,mais-4-cidades-decretam-situacao-de-emergencia-em-sp,505647,0.htm">estes lugares. </a></p>
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		<title>Defesa Civil atualiza estatísticas das enchentes no estado de SP</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 20:52:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Sanches</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Defesa Civil de SP divulgou boletim nesta quarta-feira, 3/2, com a atualização das estatísticas das chuvas no estado: são 22.084 desalojados, 52 feridos, 1 desaparecido, 70 vítimas fatais e 38 cidades em estado de emergência. São elas:
Álvares Machado, Araçatuba, Atibaia, Bofete, Bom Jesus dos Perdões, Caieiras, Caiuá, Carapicuíba, Capivari, Chavantes, Cotia, Ferraz de Vanconcelos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Defesa Civil de SP divulgou boletim nesta quarta-feira, 3/2, com a atualização das estatísticas das chuvas no estado: são <strong>22.084 desalojados, 52 feridos, 1 desaparecido, 70 vítimas fatais e 38 cidades em estado de emergência</strong>. São elas:</p>
<p>Álvares Machado, Araçatuba, Atibaia, Bofete, Bom Jesus dos Perdões, Caieiras, Caiuá, Carapicuíba, Capivari, Chavantes, Cotia, Ferraz de Vanconcelos, Francisco Morato, Franco da Rocha, Getulina, Guararema, Inúbia Paulista, Iporanga, Itaquaquecetuba, Itapevi, Lucélia, Lourdes, Manduri, Mineiros do Tietê, Mirandopolis, Mirassol, Osasco, Oscar Bressane, Pardinho, Pracinha, Presidente Venceslau, Ribeirão Pires, São José do Rio Preto, São Lourenço da Serra, Santa Barbara D&#8217;Oeste, Santo André, Santo Antônio do Pinhal e Sumaré.</p>
<p>Na<strong> capital do estado </strong>a situação também é complicada. São <strong>12 bairros em estado de calamidade</strong>: Jardim Romano, Chácara Três Meninas, Vila das Flores, Jardim São Martino, Jardim Novo Horizonte, Vila da Paz, Jardim Santa Margarida, Vila Seabra, Jardim Noêmia, Vila Aimoré, Vila Itaim e Jardim Pantanal.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/chuva-deixa-mais-999-desalojados-no-estado-de-sp-20100203.html">R7</a></p>
<p>Ajude-nos a apontar as áreas de risco em todo o estado de São Paulo no <a href="http://projetoenchentes.radioramabrasil.com/mapa/">mapa do Projeto Enchentes</a>.</p>
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		<title>&#8220;uma Veneza, porém sem o glamour &#8220;</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 18:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Sanches</dc:creator>
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&#8220;Tudo muito inusitado. Em questão de minutos, que fique claro, poucos minutos, tudo mudou. O céu escureceu, o vento se intensificou e quando me dei conta, as peças que estavam no varal rodopiavam no quintal junto às folhas das plantas. Os raios iluminavam o céu enquanto as casas ficavam escuras, sem luz e sem telefone. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://projetoenchentes.radioramabrasil.com/wp-content/uploads/2010/02/a.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-418" title="a" src="http://projetoenchentes.radioramabrasil.com/wp-content/uploads/2010/02/a-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a><a href="http://projetoenchentes.radioramabrasil.com/wp-content/uploads/2010/02/b.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-419" title="b" src="http://projetoenchentes.radioramabrasil.com/wp-content/uploads/2010/02/b-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
<p><em>&#8220;Tudo muito inusitado. Em questão de minutos, que fique claro, poucos minutos, tudo mudou. O céu escureceu, o vento se intensificou e quando me dei conta, as peças que estavam no varal rodopiavam no quintal junto às folhas das plantas. Os raios iluminavam o céu enquanto as casas ficavam escuras, sem luz e sem telefone. Quinze minutos foram o bastante para que o tapete da entrada da casa ficasse coberto por gelo. Apedrejadas pelo granizo, as telhas não resistiram. Ficaram destroçadas. Portas e janelas arranhadas, como se fossem travessuras de crianças entediadas. Quando as trovoadas cessaram, o que caía já não era mais gelo e nem troncos de árvores: pude finalmente sair de casa sem medo de algo bater em minha cabeça, exceto o medo de um raio, vai saber! Sob a fina chuva que molhava minhas roupas, caminhei tentando reconhecer o jardim que um dia minha casa já teve, e lá fora, na rua, fui obrigado a parar se não quisesse ser levado pela água que transformara minha pequena cidade, <strong>São Caetano do Sul</strong>, em uma Veneza, porém sem o glamour habitual que a bela cidade Italiana possui.&#8221;</em></p>
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		<title>Sengés, antes e depois de 30/01</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 21:25:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiana Soares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projeto]]></category>

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Postado no YouTube por evanguto.
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<p>Postado no YouTube por <a href="http://www.youtube.com/user/evanguto#p/a/u/0/4Zrutv3f-lw">evanguto</a>.</p>
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		<title>Paraná sofre com enchentes e deslizamentos</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 20:17:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Sanches</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[O último final de semana foi de muita destruição na região norte do estado do Paraná. Sengés foi a cidade mais atingida: os alagamentos e deslizamentos de terra provocaram a morte de cinco pessoas. O município está isolado e sem comunicação por telefone ou rádio. Ainda há 1 desaparecido. Outras cidades da região também registraram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O último final de semana foi de muita destruição na região norte do estado do Paraná. <strong>Sengés</strong> foi a cidade mais atingida: os alagamentos e deslizamentos de terra provocaram a morte de cinco pessoas. O município está isolado e sem comunicação por telefone ou rádio. Ainda há 1 desaparecido. Outras cidades da região também registraram problemas com as cheias: em <strong>Arapoti</strong>, 11 casas foram alagadas e há desabrigados; em <strong>São José da Bela Vista</strong>, 30 casas foram atingidas e 150 pessoas tiveram de buscar abrigo na casa de parentes e amigos.</p>
<p>Nas cidades de <strong>Campo Magro</strong> e <strong>Almirante Tamandaré</strong> (Região Metropolitana de Curitiba) há registro de 105 desabrigados, 100 desalojados e 155 casas atingidas. Em <strong>Wenceslau Braz</strong> mais de 40 famílias ficaram desabrigadas devido a um deslizamento de terra ocorrido na madrugada de sábado (30/01). As famílias foram encaminhadas a abrigos da Prefeitura da cidade. A chuva também alagou casas e deixou uma pessoa ferida em <strong>Jacarezinho</strong>.</p>
<p>Várias rodovias estaduais foram afetadas, especialmente as <strong>PR-151</strong> e <strong>PR-090</strong> que dão acesso a Sengés. O município permanece isolado por terra devido à queda de pontes entre as cidades de <strong>São João da Boa Vista </strong>e <strong>Itararé</strong>. Segundo a Polícia Rodoviária Federal houve queda de 8 barreiras na <strong>BR-476</strong>.</p>
<p><strong>De acordo com a Coordenadoria Estadual da Defesa Civil do Paraná, já são 4.041 pessoas afetadas pelas enchentes e deslizamentos no estado, entre elas: 1.106 desabrigados, 748 desalojados. 764 casas foram danificadas.</strong></p>
<p>Se você está no Paraná, ajude-nos a sinalizar as áreas de risco no mapa do Projeto Enchentes, clicando <a href="http://projetoenchentes.radioramabrasil.com/mapa/">aqui</a>.</p>
<p>Para saber como ajudar os desabrigados, entre em contato com a <a href="http://www.defesacivil.pr.gov.br/">Defesa Civil do Paraná</a>, que fica na Rua Jacy Loureiro de Campo, s/n° &#8211; Curitiba – Fones: 41 3350-2607 / 41 3350-2733 / 41 3254-7744</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tanacidade.com/">Tanacidade.com</a></p>
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		<title>Falta de repasse de verba pode impedir ações preventivas em desastres naturais</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 20:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Sanches</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas ações simples poderiam evitar as tragédias que estamos assistindo no Sul e no Sudeste do país desde o início da primavera do ano passado: instalação de pluviômetros feitos de garrafas pet em áreas de risco ou a criação e divulgação de planos de evacuação com sistema de alarme em áreas sujeitas a desastres naturais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas ações simples poderiam evitar as tragédias que estamos assistindo no Sul e no Sudeste do país desde o início da primavera do ano passado: instalação de pluviômetros feitos de garrafas pet em áreas de risco ou a criação e divulgação de planos de evacuação com sistema de alarme em áreas sujeitas a desastres naturais. Tudo isso em parceria com a Defesa Civil de cada cidade. Mas para o chefe do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres da Secretaria Nacional de Defesa Civil, Armin Braun, as ações acabam não acontecendo porque dependem de verba que os Estados não repassam aos municípios. Sem dinheiro, as defesas civis não conseguem atuar na prevenção de enchentes e deslizamentos de terra.</p>
<p>Também é fundamental que a população se conscientize da importância dos alertas da Defesa Civil nas cidades onde planos preventivos já existem. E principalmente que as pessoas não se neguem a deixar suas casas quando comunicadas de risco iminente.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/01/24/ult5772u6981.jhtm">UOL Notícias</a></p>
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