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Falsos voluntários tentaram roubar doações feitas às vítimas da chuva em Teresópolis, na região serrana do Rio, na última quinta-feira, 13, um dia após a tragédia que matou mais de 600 pessoas no Estado. Homens e mulheres que haviam feito um cadastro para ajudar os desabrigados foram flagrados por funcionários do governo tentando levar uma grande quantidade de garrafas d’água e sacolas de roupa do Ginásio Pedro Rage Jahara (Pedrão), onde está parte das famílias vitimadas pelo desastre.
Segundo o governo do Estado, a segurança no abrigo foi reforçada por policiais militares e agentes responsáveis pela Operação Lei Seca, deslocados para a região serrana. Desde os incidentes, os voluntários só podem retirar mantimentos do ginásio se apresentarem um documento assinado por um dos responsáveis pelo abrigo. No papel, deverá constar ainda uma lista dos objetos que serão levados às vítimas.
Os casos de tentativa de extravio foram considerados isolados. Centenas de voluntários trabalham no município de Teresópolis para atender a população atingida, auxiliar o reconhecimento de corpos e realizar a triagem de donativos. O volume de mantimentos enviados à cidade foi tão grande que os desabrigados que ocupavam o Ginásio Pedrão deverão ser transferidos para outros 14 locais nos próximos dias. Igrejas, um galpão e uma pousada serão usados para receber as famílias que não têm onde morar.
“Como concentramos aqui as doações recebidas pelo município, o local deixou de ser confortável para a população, pois o material chega durante todo o dia e à noite. Nos demais abrigos, haverá uma estrutura melhor para atender as famílias”, explicou Rita Valadão, da Secretaria Municipal de Assistência Social.
Moradores de outras cidades aproveitaram o fim de semana para levar doações às vítimas da chuva na região serrana. Motoristas fizeram comboios de carros e caminhonetes na rodovia BR-116, que liga o Rio a Teresópolis.
Apesar do grande volume de mantimentos que chegaram à cidade, a prefeitura de Teresópolis e voluntários alertam que precisam de velas, que deverão ser enviadas a moradores de comunidades que ainda estão isoladas e sem energia elétrica. Alimentos como sal, açúcar e café também estão na lista de primeiras necessidades, além de roupas, uma vez que as famílias não têm data para deixar os abrigos públicos.
Voluntários reconhecem que ainda há grande dificuldade de chegar a determinados pontos onde há sobreviventes que precisam de água e alimentos. Pilotos de motocross se ofereceram para tentar acessas essas regiões. A localidade de Santa Rita é considerada um dos pontos mais críticos, onde as estradas foram destruídas e não há iluminação. Pelo menos seis famílias também estão isoladas na região do Pessegueiro.
“Conseguimos entregar comida a essas pessoas, mas precisamos atravessar um riacho para tentar resgatá-las. Estamos precisando de um bote para chegar até lá com urgência, pois eles estão no escuro e com pouca comida”, afirmou Carlos Alberto Xavier, que trabalha como voluntário desde o dia da tragédia.
A companhia telefônica Oi informou neste domingo (16) que equipes técnicas restabeleceram o sistema de telefonia móvel nas localidades de Nova Friburgo, Teresópolis e Itaipava, na região serrana do Estado do Rio de Janeiro. Os trabalhos começaram na última quinta-feira (13).
Para os clientes que ainda enfrentam problemas com os telefones fixos, a Oi informou que vai disponibilizar 35 mil aparelhos gratuitos para acesso emergencial provisório para os clientes que estão sem seu telefone.
As chamadas feitas para as linhas impactadas serão encaminhadas (por meio do serviço “siga-me”) para os acessos provisórios emergenciais. Dessa forma, os clientes poderão ser localizados em seus números originais. A utilização do acesso emergencial será gratuita por até 30 dias, desde que esteja de acordo com o perfil de uso histórico dos clientes. Os clientes que retirarem os aparelhos assinarão um termo de recebimento.
Locais, datas e horários de funcionamento:
Nova Friburgo
Devido ao maior número de clientes impactados, a companhia estabeleceu uma ordem de atendimento para entrega dos equipamentos, seguindo o número de prefixos que tiveram o funcionamento afetado.
Distribuição a partir desta segunda-feira (17), entre 10h e 18h, na av. Alberto Braune, 224 – Centro
17/01 – Prefixos 2522-0XXX a 2522-2XXX
18/01 – Prefixos 2522-3XXX a 2522-5XXX
A empresa divulgará diariamente os prefixos que serão atendidos nos dias subseqüentes.
Teresópolis
Distribuição a partir desta segunda (17), entre 10h e 18h, na av. Oliveira Botelho, 87 – Alto.
Itaipava
Distribuição a partir desta segunda (17), entre 10h e 18h, na rua Ministro Armando de Alencar, 28 – Centro
Terminais públicos (orelhões) para uso da população
Os orelhões localizados nas escolas, prefeituras, hospitais, e demais áreas publicas estão liberados para uso gratuito dos moradores. Inicialmente este serviço será oferecido por até 30 dias.
Telefones emergenciais em abrigos
A empresa também disponibilizará, a partir de amanhã, 17/01, terminais emergenciais dentro dos abrigos indicados pela Defesa Civil em Teresópolis, Friburgo e Itaipava. A população que está alojada nesses locais poderá efetuar chamadas gratuitamente. Inicialmente este serviço será oferecido por até 30 dias.
Instalação de lan houses
Como medida alternativa para a prestação do serviço de banda larga para a população já está em funcionamento uma lan house em Nova Friburgo e uma em Teresópolis. A outra, em Petrópolis, entrará em funcionamento amanhã, 17/01, para que os moradores possam ter acesso gratuito à internet. As três lan houses serão equipadas também com telefones para comunicação de voz.
Locais, datas e horários de funcionamento:
Nova Friburgo
Data: Hoje, 16/01, a partir das 16h
Horário a partir do dia 17/01: das 10h às 18h
Local: Av. Alberto Braune, 224 – Centro
Teresópolis
Data: Hoje, 16/01, a partir das 16h
Horário a partir do dia 17/01: das 10h às 18h
Local: Av. Oliveira Botelho, 87 – Alto
Petrópolis
Data: A partir de segunda-feira, 17/01
Horário: das 10h às 18h
Local: Rua do Imperador, 971 – Centro (antigo Fórum)
Carro de som em Areal mandou população deixar casas antes da enchente. Famílias inteiras ainda estão abrigadas em escolas municipais.

Os moradores do município de Areal, a 40 minutos de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, não esquecem o momento em que um carro de som fez um alerta dramático, pedindo que a população abandonasse suas casas, duas horas antes de a cidade de 10 mil habitantes ser devastada pela chuva e transbordamento dos rios Piabanha e Preto.
Embora o anúncio tenha causado pânico nos moradores, a maioria agradece o aviso que salvou muitas vidas. Com o aval do prefeito Laerte Calil, Magela, o supervisor da prefeitura, gravou a mensagem que foi veiculada pelo carro de som dirigido por Wallace, ambos populares na cidade.
“Todo mundo conhece a voz do Magela. A gente sabia que não era brincadeira. Foi esse alerta que salvou muitas famílias” , disse a dona de casa Edméia da Silva, 45 anos, uma das moradoras que abandonou sua casa antes da enchente com o marido e a filha de 11 anos.
Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Filipinho Barros, a intenção não foi causar pânico, mas retirar aquelas pessoas da área de risco o mais rápido possível. O secretário acredita que mais de mil pessoas estejam desabrigadas.
“Se a represa, que fica no alto do morro, se rompe a cidade poderia ficar submersa. Ela chegou ao máximo de sua capacidade e tivemos que abrir as comportas, aos poucos, para evitar uma tragédia maior”, explicou.
Silvia Helena Vieira, de 29 anos, que mora no final da Rua Amazonas, “quase na boca da barragem”, também teve que abandonar sua casa, com o marido e os três filhos – de 13, 11 e 4 anos.
e o marido (Foto: Aluizio Freire/G1)
“Foi um inferno. Quando ouvimos ‘saiam todos de suas casas e procurem um lugar seguro no alto do morro que vem muita água por aí’ foi uma correria, gente gritando apavorada. Desespero total”, contou.
Silvia está entre as 40 famílias que procuraram abrigo em uma escola municipal no bairro Alto Pará. Lá também está Jucilene Nunes, de 23 anos, o marido Anderson Rodrigues, de 33, e os três filhos – um de oito meses, e outros dois, de dois e quatro anos.
“Depois da enchente não conseguimos voltar para casa. Está tudo alagado. O rio aqui sempre encheu, mas nunca vimos coisa parecida. Fomos salvos por um triz. Se fosse à noite, mesmo com o alerta do carro, muita gente teria morrido”, acredita Jucilene.
Os desabamentos de terra que atingiram a região serra do Rio de Janeiro com as fortes chuvas já está entre os dez piores deslizamentos dos últimos dez anos, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas). A tragédia já vitimou mais de 500 pessoas, número superior ao de uma tragédia na China que até então ocupava a décima posição no ranking da organização.
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (14/01) e fazem parte do banco de estatísticas do Centro para a Pesquisa da Epidemiologia de Desastres, que envia as estatisticas à ONU. De acordo com o centro, que tem sede na Bélgica, o deslizamento desta semana já é o segundo maior do mundo no último ano e o terceiro maior da década.
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Além disso, o desastre na região serrana do Rio de Janeiro é o pior de toda a história do Brasil. Em relação ao número de vítimas, fica atrás apenas de uma enchente, também no Rio de Janeiro, que matou 785 pessoas, em 1967. No mesmo ano, 436 pessoas morreram em um deslizamento em Caraguatatuba, em São Paulo, que até então era registrado como o pior deslizamento do país.
Segundo a ONU, o maior desastre mundial relacionado a um deslizamento de terra aconteceu em 1949, na União Soviética, totalizando 12 mil mortos. Em 1941, o Peru enfrentou fortes chuvas que com deslizamentos vitimaram 5 mil pessoas, em 1941.
De acordo com especialistas do Centro para a Pesquisa da Epidemiologia de Desastres, a tragédia do Rio de Janeiro é classificada como deslizamento, e não enchente – que tecnicamente ocorre quando o nível de água de um rio sobe além do normal e destrói casas construídas nas margens.
Ajuda internacional
Na quinta-feira (13/01), a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, ofereceu ajuda ao Brasil no apoio às vítimas das enchentes, das inundações e dos deslizamentos de terra. Em nota, o Ministério das Relações Exteriores da Argentina prestou solidariedade às famílias das vítimas das chuvas no Rio.
“O governo e o povo da Argentina transmitem suas condolências ao governo e ao povo da República Federativa do Brasil e [estendem essas] condolências às famílias das vítimas, ante as lamentáveis consequências da chuva que atingiu a região serrana do estado do Rio de Janeiro”, diz o comunicado.
Posteriormente, o governo da Guatemala também se solidarizou e se dispôs a ajudar o governo brasileiro. A Guatemala expressa sua consternação ao Brasil perante as perdas de vidas humanas e materiais ocorridas em diferentes áreas do Rio de Janeiro”, disse o Ministério das Relações Exteriores em um breve comunicado.
Fonte: Opera Mundi

A chuva em Bom Jardim, cidade vizinha a Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, derrubou três pontes e deixou muitos moradores ilhados. O bairro Bem-te-vi foi um dos mais atingidos pelo temporal. A ponte que liga o bairro ao centro da cidade não existe mais.
Para se comunicar com parentes e amigos do outro lado da ponte, o jeito é improvisar. O radialista Ricardo Reis conseguiu informações da família através de um radioamador.

(Foto: Tássia Thum / G1)
“Com o equipamento, eu consegui contato com uma rádio comunitária que fica no centro de Bom Jardim, e aí perguntei notícias da minha mãe e fiz questão de dizer que estava bem. Tá complicado, estamos sem luz, telefone, internet e ainda por cima divididos”, disse Ricardo.
O motorista Fernando Latini chegou a gritar na esperança de que os amigos do outro lado ouvissem sua mensagem. “Acho que eles me viram, assim eles já podem espalhar para o resto da família que estou bem”, contou Fernando.
Para repassar medicamentos, alimentos e água potável para o outro lado da cidade, equipes do Corpo de Bombeiros fazem o transporte através de cordas. Segundo a corporação, em casos de emergência, como transferência de doentes ou feridos, há um bote disponível para atravessar o rio.
Cidade dividida
O bairro São Miguel também foi um dos mais atingidos pelos temporais. Carros não passam pelo local e o único meio para se chegar é a pé. O empresário Gilberto Borrher Gomes, de 30 anos, viu a força da água destruir o depósito, o escritório e a loja de rações de sua propriedade. Gilberto estima que a chuva tenha lhe causado um prejuízo de cerca de R$ 1,5 milhão.
São José do Vale do Rio Preto também tem pontes destruídas
Em São José do Vale do Rio Preto, também na Região Serrana, cinco pontes foram destruídas pela violência da água. O transbordamento do rio que corta o município deixou várias famílias isoladas, sem água, luz e sem poder se comunicar com parentes que no momento da tragédia estavam na outra margem.
Durante as chuvas intensas, não era possível nem mesmo acenar para o outro lado e dizer que estavam vivos.
Maior tragédia da história
Em toda a região, desde a chuva forte que começou a cair na terça-feira (11), mais de 600 corpos já foram encontrados.
Esta já é a maior tragédia climática da história país. O número de vítimas ultrapassou o registrado em 1967, na cidade de Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo. Naquela tragédia, tida até então como a maior do Brasil, 436 pessoas morreram. Relembre outras tragédias.
Associações e veterinários lançaram uma campanha para salvar os animais vítimas da tragédia que atingiu a região serrana do Rio de Janeiro, onde morreram mais de 600 pessoas.
“Uma equipe está chegando da Costa Rica com especialistas em resgate de animais em grandes catástrofes e outros veterinários para atender aos animais que precisam de ajuda, cachorros, gatos, cavalos e até animais silvestres”, explicou à AFP a veterinária Margarida de Oliveira, que prevê montar um hospital de campanha na região a partir desta segunda-feira.
“Não pensávamos que receberíamos tanta solidariedade. Tenho três toneladas de ração animal em minha casa, pensava em ir de carro para a Serra do Rio, mas agora preciso de um caminhão”, contou a veterinária paulista, que todos os anos percorre os povoados mais pobres da Amazônia e regiões remotas para atender os animais necessitados.
Especialistas da Sociedade Mundial para a Proteção Animal (WSPA) coordenam a ação na Serra do Rio, como já fizeram no Haiti depois do terremoto.
“Em um ano, depois do terremoto, foram atendidos e tratados no Haiti mais de 50.000 animais”, explicou à AFP Solange Ribeiro, coordenadora da WSPA e que organiza a campanha na cidade do Rio de Janeiro.
“Temos informações de que há muitos animais em situação deplorável, brigando por comida, com fraturas, abandonados, pois mesmo seus donos não podem cuidar deles. Sabemos que a prioridade da tragédia é salvar vidas humanas, mas os animais são nossos melhores amigos, eles não nos abandonariam e nós não vamos abandoná-los”, enfatizou.
Em meio à devastação da região serrana, uma imagem comoveu o país este fim de semana: um cachorro chamado Leão que não se afasta há três dias do túmulo onde foi enterrada sua dono num cemitério de Teresópolis.
Fonte: Portal Terra
A Cruz Vermelha em Belo Horizonte informou neste domingo (16) que já enviou para as vítimas da chuva do Rio de Janeiro mais de 90 toneladas de donativos recolhidos na capital mineira. Somente neste domingo, segundo a Cruz Vermelha, três caminhões levaram 36 toneladas de roupas, alimentos, água, colchonetes, material de limpeza e de higiene pessoal.
Na sexta-feira (14), com a intensificação da campanha, foram enviadas 28 toneladas e no sábado, a Cruz Vermelha mandou um caminhão com 27 toneladas. Agora, a Cruz Vermelha pede que sejam doados, prioritariamente, alimentos de pronto-consumo, como macarrão instantâneo, sopas, leite em pó, biscoitos; água; e material de limpeza e de higiene pessoal, além de cobertores.
As doações podem ser entregues na Alameda Ezequiel Dias, 427, na Região Central de Belo Horizonte, de segunda à sexta-feira, entre 8h e 18h.
Além de roupas e alimentos, a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do estado encaminha cobertores, lonas plásticas e telhas para as vítimas das chuvas no estado. As doações também devem ser entregues no posto da Cruz Vermelha, na capital.
Para mais informações, ligue para a Cruz Vermelha pelo número (31) 3239-4200.
PRF também recolhe donativos
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também está recebendo donativos para as vítimas da chuva no Rio de Janeiro. De acordo com a corporação, as doações podem ser entregues em qualquer posto da PRF.
Veja onde estão localizados os postos da Polícia Rodoviária Federal.
A Equipe da Shelterbox composta por Mark Eccles e por Laura Dale chegam amanhã no Rio de Janeiro para ajudar na implementação dos acampamentos da Shelterbox.
Um grupo de empresarios da região serrana cedeu um terreno com mais de 100.000 m2 para a instalação dos equipamentos.
Na 3ª feira (dia 18/02), 56 (cinquenta e seis) caixas chegarão à região serrana e nas próximas semanas mais Shelterbox devem chegar. Tudo dependerá da agilidade e colaboração das autoridades brasileiras na liberação alfandegária.
Apoie a Shelterbox. Ajude a divulgar nosso trabalho. A Shelterbox vive de doações do mundo todo.
Para saber como doar clique aqui.
Fonte: Shelterbox, via Stanley Burburinho (@stanleyburburin)
NOTA DE ESCLARECIMENTO
URGENTE
A Vara da Infância, da Juventude e do Idoso
ESCLARECE:
• NÃO ESTÁ SENDO REALIZADO CADASTRO EMERGENCIAL DE PRETENDENTES S À ADOÇÃO! – As crianças que perderam os pais na catástrofe estão sendo localizadas e cadastradas. Serão encaminhadas aos abrigos especializados, já existentes. Assim que possível, serão levadas a guardiões já anteriormente cadastrados, inscritos na lista regular de pretendentes à adoção, para guarda provisória ou participação no Programa Lar Acolhedor. A lista é nacional. Os que, na tragédia, se comoveram e pretendem se inscrever para guarda ou adoção deverão se dirigir ao Fórum de Agriões a partir da segunda-feira, dia 17/01/2011, para ingressarem no cadastro regular de adoção;
• CASOS DE CRIANÇAS DESAPARECIDAS – Quem tiver notícia de crianças desaparecidas deverá se dirigir à sede do Posto de Atendimento organizado pelo Ministério Público e pela Ouvidoria do Município, na Praça Olímpica;
• CRIANÇAS QUE ESTÃO SOB CUIDADOS DE AMIGOS OU VIZINHOS – Deverão comparecer à Vara da Infância e da Juventude para a regularização da guarda.
• POSTO DA VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE – Além do atendimento regular no Fórum, estará a Vara funcionando em regime de plantão em posto próprio no Pedrão.
• A IMPRENSA DEVE EVITAR ENTREVISTAR CRIANÇAS, sem autorização dos pais ou do Juízo.
Teresópolis, 16 de janeiro de 16 de janeiro de 2011
INÊS JOAQUINA SANT’ANA SANTOS COUTINHO
Juíza de Direito
Fonte: Prefeitura de Teresópolis, via Marinilda Carvalho, @marinildac no Twitter
Atenção! Boato sobre vacina
Do Orkut, Comunidade Região Serrana do RJ, postado por govrj
Negritos meus:
Oi, gente.
Pessoas estão procurando os hospitais e postos de saúde dos municípios atingidos pelas chuvas da Região Serrana em busca de vacina contra leptospirose. O coronel bombeiro Marcelo Cametti, médico da Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro, esclarece: “Não existe tal vacina, ela ainda não foi desenvolvida”. Portanto, as pessoas que querem se imunizar contra doenças que possam ser adquiridas após enchentes e alagamentos, devem buscar os postos de saúde municipais. A Prefeitura de Nova Friburgo informa que o posto de saúde que fica na Rua Augusto Cardoso, 62 – Centro está dando a vacina dupla que imuniza contra tétano e difteria. Evite ir aos Hospitais de Campanha se o seu caso não for grave.
Abs

