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Não há melhor oportunidade do que o Carnaval que se aproxima para ajudar São Luís do Paraitinga a se recuperar. A cidade sempre foi recheada de turistas nesta época do ano. Todos em busca da alegria de um dos carnavais de rua mais famosos do estado. Portanto, esse é o momento ideal para juntar o útil ao agradável e praticar o que se convencionou chamar de Turismo Social. Confira a definição:

“Turismo Social é a forma de conduzir e praticar a atividade turística promovendo a igualdade de oportunidades, a equidade, a solidariedade e o exercício da cidadania na perspectiva da inclusão”. (Marcos Conceituais – MTur)

Se cada um fizer sua parte indo à cidade, mesmo que por apenas um dia, a ajuda já será grande. A união de todos é que está fazendo a cidade se sentir viva novamente. Se tiverem disponibilidade para ir em dias de semana, aproveitem.

Os moradores da São Luís do Paraitinga estão voltando para suas residências e é necessária a ajuda na limpeza, retirada de móveis, organização das doações e distribuição das mesmas. Que tal aproveitar a sua folga de Carnaval para assegurar que as ruas de São Luís voltem a ser palco de carnavais inesquecíveis? Anotem os contatos de algumas pousadas:

Morada dos Curiangos – Bairro do Rio acima a 2km do Centro – tel (12) 3671-8091/744-4318
Pousada Nativas – Centro – tel (12) 3671-2184 (ligar de preferência no horário do almoço)
Pousada Primavera – tel (12) 9731-7688

A cidade continua com alojamentos (públicos e particulares), hospedando a todos como um grande coração de mãe. Há também alguns restaurantes, bares e mercados funcionando: vamos movimentar a cidade e mostrar que a força dos voluntários é realmente grande e faz a diferença.

Importante: Sintam o limite dos moradores, afinal estamos entrando em sua cidade, sua casa. Peçamos licença e vamos ouvir seus corações: o que eles estão precisando alem da ajuda material e física? Nossa palavra ou nosso silencio carinhoso de respeito?

Caso prefira ajudar com doações, serão muito bem-vindos: Móveis – Eletrodomésticos – Louças (talheres, pratos, etc) – EPIs (Equipamentos de segurança individual) ou doações em dinheiro, que poderão ser revertidas em ajuda num próximo momento. Não se esqueça de que há outras cidades tão atingidas quanto SLP e as doações também podem ser direcionadas para estes lugares.

A Defesa Civil de SP divulgou boletim nesta quarta-feira, 3/2, com a atualização das estatísticas das chuvas no estado: são 22.084 desalojados, 52 feridos, 1 desaparecido, 70 vítimas fatais e 38 cidades em estado de emergência. São elas:

Álvares Machado, Araçatuba, Atibaia, Bofete, Bom Jesus dos Perdões, Caieiras, Caiuá, Carapicuíba, Capivari, Chavantes, Cotia, Ferraz de Vanconcelos, Francisco Morato, Franco da Rocha, Getulina, Guararema, Inúbia Paulista, Iporanga, Itaquaquecetuba, Itapevi, Lucélia, Lourdes, Manduri, Mineiros do Tietê, Mirandopolis, Mirassol, Osasco, Oscar Bressane, Pardinho, Pracinha, Presidente Venceslau, Ribeirão Pires, São José do Rio Preto, São Lourenço da Serra, Santa Barbara D’Oeste, Santo André, Santo Antônio do Pinhal e Sumaré.

Na capital do estado a situação também é complicada. São 12 bairros em estado de calamidade: Jardim Romano, Chácara Três Meninas, Vila das Flores, Jardim São Martino, Jardim Novo Horizonte, Vila da Paz, Jardim Santa Margarida, Vila Seabra, Jardim Noêmia, Vila Aimoré, Vila Itaim e Jardim Pantanal.

Fonte: R7

Ajude-nos a apontar as áreas de risco em todo o estado de São Paulo no mapa do Projeto Enchentes.

“uma Veneza, porém sem o glamour “

por Rodrigo Fernandes, de São Caetano do Sul

“Tudo muito inusitado. Em questão de minutos, que fique claro, poucos minutos, tudo mudou. O céu escureceu, o vento se intensificou e quando me dei conta, as peças que estavam no varal rodopiavam no quintal junto às folhas das plantas. Os raios iluminavam o céu enquanto as casas ficavam escuras, sem luz e sem telefone. Quinze minutos foram o bastante para que o tapete da entrada da casa ficasse coberto por gelo. Apedrejadas pelo granizo, as telhas não resistiram. Ficaram destroçadas. Portas e janelas arranhadas, como se fossem travessuras de crianças entediadas. Quando as trovoadas cessaram, o que caía já não era mais gelo e nem troncos de árvores: pude finalmente sair de casa sem medo de algo bater em minha cabeça, exceto o medo de um raio, vai saber! Sob a fina chuva que molhava minhas roupas, caminhei tentando reconhecer o jardim que um dia minha casa já teve, e lá fora, na rua, fui obrigado a parar se não quisesse ser levado pela água que transformara minha pequena cidade, São Caetano do Sul, em uma Veneza, porém sem o glamour habitual que a bela cidade Italiana possui.”

Sengés, antes e depois de 30/01

por Cristiana Soares

Postado no YouTube por evanguto.

O último final de semana foi de muita destruição na região norte do estado do Paraná. Sengés foi a cidade mais atingida: os alagamentos e deslizamentos de terra provocaram a morte de cinco pessoas. O município está isolado e sem comunicação por telefone ou rádio. Ainda há 1 desaparecido. Outras cidades da região também registraram problemas com as cheias: em Arapoti, 11 casas foram alagadas e há desabrigados; em São José da Bela Vista, 30 casas foram atingidas e 150 pessoas tiveram de buscar abrigo na casa de parentes e amigos.

Nas cidades de Campo Magro e Almirante Tamandaré (Região Metropolitana de Curitiba) há registro de 105 desabrigados, 100 desalojados e 155 casas atingidas. Em Wenceslau Braz mais de 40 famílias ficaram desabrigadas devido a um deslizamento de terra ocorrido na madrugada de sábado (30/01). As famílias foram encaminhadas a abrigos da Prefeitura da cidade. A chuva também alagou casas e deixou uma pessoa ferida em Jacarezinho.

Várias rodovias estaduais foram afetadas, especialmente as PR-151 e PR-090 que dão acesso a Sengés. O município permanece isolado por terra devido à queda de pontes entre as cidades de São João da Boa Vista e Itararé. Segundo a Polícia Rodoviária Federal houve queda de 8 barreiras na BR-476.

De acordo com a Coordenadoria Estadual da Defesa Civil do Paraná, já são 4.041 pessoas afetadas pelas enchentes e deslizamentos no estado, entre elas: 1.106 desabrigados, 748 desalojados. 764 casas foram danificadas.

Se você está no Paraná, ajude-nos a sinalizar as áreas de risco no mapa do Projeto Enchentes, clicando aqui.

Para saber como ajudar os desabrigados, entre em contato com a Defesa Civil do Paraná, que fica na Rua Jacy Loureiro de Campo, s/n° – Curitiba – Fones: 41 3350-2607 / 41 3350-2733 / 41 3254-7744

Fonte: Tanacidade.com

Algumas ações simples poderiam evitar as tragédias que estamos assistindo no Sul e no Sudeste do país desde o início da primavera do ano passado: instalação de pluviômetros feitos de garrafas pet em áreas de risco ou a criação e divulgação de planos de evacuação com sistema de alarme em áreas sujeitas a desastres naturais. Tudo isso em parceria com a Defesa Civil de cada cidade. Mas para o chefe do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres da Secretaria Nacional de Defesa Civil, Armin Braun, as ações acabam não acontecendo porque dependem de verba que os Estados não repassam aos municípios. Sem dinheiro, as defesas civis não conseguem atuar na prevenção de enchentes e deslizamentos de terra.

Também é fundamental que a população se conscientize da importância dos alertas da Defesa Civil nas cidades onde planos preventivos já existem. E principalmente que as pessoas não se neguem a deixar suas casas quando comunicadas de risco iminente.

Fonte: UOL Notícias

Desabrigados de Atibaia precisam de ajuda

por Tânia Cristina Rontani Mello Moraes

Os desabrigados pelas enchentes em Atibaia, cidade a 60 Km da capital de São Paulo, precisam de ajuda. E o Fundo Social de Solidariedade da cidade está arrecadando doações dos seguintes itens:

leite em caixa – água potável – toalha de banho – roupa de cama – biscoitos – material de limpeza – materiais de higiene pessoal

Local para entrega: Rua Adolfo André, 1055 – Atibaia / SP
Mais informações pelo telefone: (11) 4414-2000 – Contato: Claudemir

Nota da editora: O número de famílias afetadas pela chuvas em Atibaia subiu, somente ontem, de 500 para 900. São 15 bairros alagados e 66 famílias desabrigadas. Fonte: UOL Notícias

veja mais clicando aqui no perfil do oltairs, no youtube.

SOS: Capivari, Rafard e Monte Mor

por Danila Silveira

Devido às fortes chuvas dos últimos dias, as cidades de Capivari, Rafard e Monte Mor (interior de SP, região de Campinas) entraram em estado de emergência e precisam da nossa colaboração. Em Indaiatuba, estamos arrecadando leite, material de limpeza e roupas durante os dias 22 de janeiro a 1 de fevereiro e as doações podem ser entregues no seguinte endereço:

Supermercado Cidade Nova: Rua João Martini, 2422 – Jd. Morada do Sol Em frente à Praça do João Pioli – Horário: Das 8h às 20h

Quem não puder comparecer ao local durante estes 10 dias, entre em contato para que possamos buscar as doações no local. Mais informações:

· Danila: 19 7806-2242 / ID 85*30035
· Diego: 19 7806-9232 / ID 85*30026
· Mario: 19 9187-9047
· Monica: 19 9692-1806

Para conferir locais de doação a vítimas de enchentes em todo o país, clique aqui.

A maioria dos celulares 3G, atualmente, permite uma série de inovações em se tratando de localização e GPS (Sistema de Posicionamento Global). Com a popularização dos smartphones, usar o mapa no celular – principalmente nas grandes cidades – tem se tornado uma tarefa mais cotidiana, porém ainda não muito difundida para fins jornalísticos e no que tange a participação social.

A tecnologia de geocasting pode contribuir significativamente para iniciativas como o Projeto Enchentes. O geocasting consiste em uma maneira de unir a função de posicionamento GPS do seu celular/smartphone, com a capacidade de gravação de vídeos, e transmissão desse conteúdo com informações dos pontos percorridos no mapa enquanto o registro em vídeo foi realizado.

O recurso foi apresentado pelo @renedepaula, que nos sugeriu a utilização do LiveMedia GPS, uma ferramenta bastante funcional de geocasting. Para conferir como funciona o processo, o René realizou alguns testes tendo como experimento um dia de chuva em São Paulo.

O Projeto Enchentes pode se beneficiar muito do LiveMedia GPS a partir da colaboração pública. Usuários de smartphones e celulares com GPS, bem como donos de Netbooks (GPS separado), podem registrar os acontecimentos e impacto nas cidades em decorrência das chuvas e enviar os vídeos imediatamente através de seus aparelhos. Assim, além de contribuirem com a sinalização no mapa do projeto, podem adicionar conteúdo diferencial e local, permitindo aos usuários visualizarem a situação nas regiões afetadas.

O LiveMedia GPS está disponível para Nokia, Blackberry, Windows Mobile e Android (além de uma versão para Netbooks). Para baixar a ferramenta LiveMedia GPS para seu celular acesse este site e escolha  a opção referente a seu aparelho. Infelizmente os usuários de iPhone não podem se beneficiar do software. No entanto, há uma alternativa que permite imprimir a localização de fotos tiradas com o iPhone e seu localizador GPS. Confiram mais no site do GeoTag.

Desse modo, buscamos pessoas interessadas em mapear cidades do Brasil que sofrem com enchentes ou problemas urbanos em decorrência da chuva e infra-estrutura. Ao mesmo tempo, aceitamos sugestões de tecnologias semelhantes que possam agregar um valor ainda maior ao Projeto Enchentes. Alguém interessado?